20/07/2021 às 20h25min - Atualizada em 20/07/2021 às 20h25min

Carreteiro detido pela PM diz que comprou CNH falsa em Tupã por R$ 4 mil

Policiais militares desconfiaram de alguns ‘sinais grotescos de falsificação’, durante ocorrência pela rua 1º de Maio

Nilton Mendonça
Redação Cidade Real
Imagem meramente ilustrativa
Um motorista de 57 anos de idade, iniciais D.P. residente na casa de fundos da rua 1º de Maio, número 463, em Herculândia, foi detido na manhã desta terça-feira, 20/07, na posse de uma Carteira de Habilitação falsificada.
 
Segundo os policiais militares Soldados PM Marcel e Marques, ele foi abordado durante o atendimento de uma ocorrência de Desinteligência no endereço citado.
 
Morando “temporariamente em um imóvel nos fundos de onde ocorrera o entrevero”, D.P. acabou abordado e revistado e apresentou como documento de identificação uma CNH com sinais grotescos de falsidade.
 
No Boletim de Ocorrência os policiais relataram sinais duvidosos do documento: “a fotografia estava em qualidade ruim, não aparecia a inscrição ‘original’ na marca d'água, além de haver uma letra ‘a’ de forma aleatória no campo de ‘observações’.
 
Entrevistado, o suspeito escorregou outra vez: “afirmou ter se habilitado na cidade de Tupã/SP, contrariando o que estava inserido no documento, tendo como local de emissão a cidade de São Paulo”.
 
Pesquisa via sistema, constou que “o indiciado não possui Carteira Nacional de Habilitação, tampouco permissão para dirigir, não tendo seu CPF inscrito no cadastro nacional de condutores”.
 
Comunicado que seria conduzido à Delegacia, segundo os policias militares, “o indivíduo acabou confessando que perdeu a CNH há muito tempo, no estado do Acre, onde se habilitou, mas que, como precisa trabalhar como motorista de carreta, acabou comprando outra CNH em Tupã/SP, pelo valor de R$ 4 mil”.
 
ADVOGADO?
 
Ele detalhou ainda que “um advogado de Tupã, cujo nome não declinou”, teria levado o documento para ele até Herculândia.
 
D.P. foi conduzido à Polícia Civil, onde a delegada Janaína Antoniazzi Pinheiro ratificou a prisão em flagrante, ficando o portador do documento falso “a disposição da justiça”.

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