27/08/2021 às 12h12min - Atualizada em 27/08/2021 às 12h12min

Etec de Tupã participa do Programa de Aprendizagem Colaborativa com universidade mexicana

Procin é um intercâmbio virtual envolvendo professores e suas turmas de estudantes brasileiros e estrangeiros

Redação Cidade Real, com Assessoria de Imprensa
 
A Etec de Tupã foi classificada a participar da primeira edição do Procin, Programa de Aprendizagem Colaborativa Internacional.
 
A participação se dará com o envolvimento dos professores Aloísio Cassio, Ângela Cesira, Daniele Scaliante, Daiana Franco e Elaine Iacida, bem como dos alunos da 1ª série do Itinerário Formativo de Ciências Biológicas, Agrárias e Saúde.
 
O projeto ‘Dinâmica dos Ecossistemas: Abordagem Inter multidisciplinar no Dinamismo Ecológico e o seu Poder Científico Transformador’ será trabalhado juntamente com os alunos e professores da A Universidad de Monterrey, também conhecida como UDEM, instituição católica de ensino superior, de Monterrey, no México.
 
MONTERREI
 
Monterrey (ou Monterrei) é a capital e a maior cidade do estado mexicano de Nuevo León, no nordeste do país.
 
Com uma população estimada em 1,1 milhão de habitantes residindo em seu núcleo urbano, é considerada como a nona cidade mais populosa do país.
 
E a UDEM atualmente educa mais de 12 mil alunos, incluindo estudantes do ensino médio, graduandos e pós-graduandos, oferecendo quatro (04) modalidades de ensino médio, 35 cursos profissionalizantes, 15 graus de bacharelado e 29 especialidades médicas e doutorado.
 
A UDEM oferece uma série de opções para se estudar no estrangeiro, com a possibilidade de acordos bilaterais, recíprocos e unilaterais, bem como convênios, através de agências de intercâmbio acadêmico.
 
PROCIN
 
Resumidamente, o Procin visa propor um aprofundamento conceitual nas temáticas ‘Matéria e Energia’, ‘Vida e Evolução’ e ‘Terra e Universo’, consideradas essenciais para que competências cognitivas, comunicativas, pessoais e sociais possam continuar a ser desenvolvidas e mobilizadas na resolução de problemas e tomada de decisões.
 
Para o desenvolvimento do projeto, explica o diretor da Etec Massuyuki Kawano de Tupã, Professor Jurandir Roberto Fernandes, os discentes (de Brasil e México) serão inicialmente instigados por meio de um brainstorming acerca da problemática: Qual (is) ecossistema (s) os jovens (alunos) costumavam frequentar antes da pandemia? Havendo, em seguida, a divisão em grupos distintos, aplicando um roteiro de aprendizagem sob orientações dos professores envolvidos (translinguagem), frisando aspectos ecológicos e interativos no ambiente (escolha livre dos ecossistemas), objetivando uma apresentação virtual dos resultados prévios em seminários virtuais, a fim de que alunos e professores (México e Brasil) conheçam a realidade e os contrastes físicos, biológicos e sócio emocionais das realidades analisadas.
 
Feito isso, os docentes sequenciarão as atividades aplicando um método baseado em projetos, fazendo uma “nova divisão” dos alunos (México e Brasil) em grupos conectados, lançando um desafio em conjunto: “Diante da Pandemia Covid-19, quais os impactos sentidos por eles (no geral) da não utilização desses espaços para interação social? Quais intervenções poderiam ser utilizadas para facilitar as relações sociais entre os jovens que utilizam esses ecossistemas”?
 
A finalização das atividades contará com a discussão dos apontamentos de forma oral e escrita, finalizando em um momento interativo, prático e tecnológico, aplicando um jogo on-line em uma atividade síncrona coletiva. (Kahoot = gameficação do ensino) = Quizz / elaborado com as informações discutidas ao longo do projeto, realizado pelos professores (Brasil e México) com feedback a cada rodada.
 
O projeto vem ganhando destaque em meio ao cenário de apresentações, tendo sido indicado para ser apresentado nos encontros regionais por ser considerado relevante e inspirador para as outras unidades que também são contempladas com Ensino Médio com Itinerário Formativo, já que a ETEC de Tupã foi a única escola que conseguiu elaborar um projeto em que a temática contemplasse o curso.
 
“Estimamos que dessa maneira os alunos poderão perceber a interculturalidade com interconexões locais e globais, pois independentemente do país e dos ambientes frequentados, as relações (prós e contras) se convergem (intercompreensão), além de promover a comunicação intercultural, esta experiência marcará a vida dos jovens e professores desenvolvimentos e demonstra que a nossa escola de Tupã quebra os limites das barreiras para um ensino de excelência”, comentou o diretor Jurandir.

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