08/10/2021 às 17h26min - Atualizada em 08/10/2021 às 17h26min

Ambiental aplica mais R$ 232 mil em multas por maus tratos a galos e danos em vegetação com uso de fogo

Nilton Mendonça
Redação Cidade Real
Imagens cedidas pela Polícia Militar Rodoviária
 
As cidades de Ourinhos e Bernardino de Campos foram palcos, no decorrer desta semana, da aplicação de R$ 232,8 mil em multas, em duas ações da Polícia Militar Ambiental.
 
Um dos casos, na quinta-feira, 07/10, registrado como ‘maus tratos a animais domesticados’, na propriedade identificada como ‘Sítio Z’, à rua Edvim Haslinger - Ourinhos.
 
Em atendimento a uma denúncia versando sobre a presença de “galos de rinha”, uma equipe foi até o endereço e apurou a presença de 22 galos “em local inadequado, sem alimentação e água, alguns com pouca ventilação e sem iluminação, com esporas mutiladas, falta de penas em diversas partes do corpo e alguns com ferimentos na cabeça”.
 
Com aval técnico de um o médico veterinário, que “atestou os maus tratos”, foram lavrados dois (02) autos de infração ambiental contra os responsáveis pela prática, totalizando R$ 66 mil.
 
É FOGO
 
O outro registro, em Bernardino de Campos, produziu uma punição ainda maior – de R$ 166,8 mil, por “danificar vegetação nativa em área de preservação permanente/por fazer uso de fogo em área agropastoril”.
 
Foi na quarta-feira, 06/10, na propriedade rural identificada como ‘Sítio B.D.’, no Bairro Figueira, quando uma equipe da Polícia Ambiental realizou atendimento a um foco de queimada.
 
De acordo com o registro, foi “verificado que o fogo atingiu uma área equivalente a 24,3 ha de cultivo de cana de açúcar e também uma área de preservação permanente equivalente a 9,5 ha de vegetação nativa secundária em estágio inicial de regeneração, causando o chamuscamento em diversos exemplares arbóreos, entre nativas e exóticas, vegetação arbustiva e vegetação rasteira”.
 
Foram lavrados dois (02) autos de infração ambiental, um no valor de R$ 24,3, “por fazer uso de fogo em áreas agropastoris”, e outro no valor de R$ 142,5, “por danificar 9,5 ha de vegetação nativa secundária em estágio inicial de regeneração”.

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