19/10/2021 às 10h38min - Atualizada em 19/10/2021 às 10h38min

Padrasto, enteado e fisioterapeuta morrem na vicinal Adamantina/Mariápolis

Tragédia aconteceu na tarde desta segunda-feira, 18/10, envolvendo três veículos; dois dos mortos moravam em Lucélia e um em Mariápolis

Nilton Mendonça
Redação Cidade Real
Patrick, Max e Wagner, mortos no acidente desta segunda-feira (Imagens e foto montagem Guia Online Parapuã)
 
Conhecidas oficialmente na manhã desta terça-feira, 19/10, as três vítimas fatais (fotos acima) do trágico acidente ocorrido na tarde do dia anterior, na rodovia de ligação entre as cidades de Adamantina e Mariápolis.
 
A sequência de colisões teria sido iniciada pelo zig-zag de uma carreta semirreboque puxada por um dos automóveis envolvidos – com restos de construção.
 
O ACIDENTE
 
Já na madrugada desta terça-feira, a Polícia Rodoviária Estadual divulgou oficialmente que a tragédia ‘começou’ com um Ford Verona, com placas de Flórida, que transitava no sentido de Adamantina para Mariápolis.
 
O veículo, ocupado por dois dos mortos, padrasto e enteado, tracionava uma carreta tipo semirreboque, sem placa, de fabricação caseira, carregada de entulhos de construção.
 
Segundo consta o veículo descontrolado fez com que a carreta derivasse pelas faixas da pista de rolamento e invadisse a mão contrária, sendo atingido de forma transversal por um Hyundai HB20, placas de Mariápolis, que transitava no sentido contrário.
 
Como consequência, outro automóvel, um GM Celta, com placas de Adamantina, que seguia logo atrás do Verona, colidiu lateralmente com o HB20.
 
O passageiro do Verona (que foi partido em dois), Wagner Rodrigues, de 30 anos, morador em Lucélia, morreu no local do acidente.
 
O padrasto dele, o motorista do mesmo veículo, Max Deny, de 40 anos, também de Lucélia, chegou a ser socorrido com parada cardiorrespiratória, mas já chegou morto ao PS da Santa Casa de Adamantina.
 
O motorista e único ocupante do HB20, o fisioterapeuta Patrick Eduardo Santos, de 37 anos, morador em Mariápolis, também chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
 
A motorista e única ocupante do Celta, uma mulher de 31 anos, não sofreu nenhum ferimento físico, apesar do estado de choque.
 
PELO ACOSTAMENTO
 
Com a chegada das forças de segurança, o trânsito que havia ficado bloqueado logo após as batidas, nos dois sentidos da via, foi liberado pelos acostamentos e em baixa velocidade.
 
O trecho de vicinal onde aconteceu o acidente é um acesso a cidade de Mariápolis, que passa por dentro de Adamantina até a rodovia Comandante João Ribeiro de Barros.
 
Chama-se acesso SPA-592/294, porque inicia-se no quilômetro 592 da SP-294, trevo de Adamantina.

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