24/01/2022 às 17h26min - Atualizada em 24/01/2022 às 17h26min

Versículos dos Salmos foram manuscritos por pastores tupãenses

Nilton Mendonça
Redação Cidade Real
Pastor Bruno fala na aberturado ato Bíblia Manuscrita (Imagem CR)
 
Um total de 18 pastores e outros membros de comunidades evangélicas de Tupã participaram, na tarde do último sábado, 22/01, na sede da Igreja Ágape, de um ato alusivo ao projeto Bíblia Manuscrita.
 
O projeto idealizado pela União Nacional das Igrejas e Pastores Evangélicos (Unigrejas), em Tupã teve o apoio do Conselho de Pastores Evangélicos.
 
Segundo o Pastor Rafael Augusto, representante da Unigrejas no ato, conforme o previsto, foram manuscritos cerca de 20 versículos do Livro dos Salmos, capítulas sete (07), oito (08) e nove (09).
 
E participaram da ação os pastores Elizeu (Igreja Luz do mundo), Ezequiel (2ª Igreja nova Canaã), Bruno Marquezi (Igreja Ágape), Silas e Elson (Assembleia de Deus Ministério Belém), Pastores Carlinhos, Elio e Eliomar (Igreja Deus é Fiel), Cláudio (Igreja Adoradores de Cristo), Pastor Valdecir (Comunidade Deus é Vida), Paulo Cardoso (Igreja Ágape), Carlos (Assembleia de Deus Ministério Neemias), Rodrigo Lombas (Comunidade do Amor de Deus), Moisés de Lima (Assembleia de Deus no Ipiranga), Pastor Rubens (Comunidade da Fé), Daniel (2ª Igreja Nova Canaã), Pastora Cleya (Ministério Restauração) e Pastor Marcello Silva (Igreja do Evangelho Quadrangular)
 
“Eu tenho, já de alguns anos em meu coração, a luta e a busca por gerar a unidade na igreja. Entendo que essa unidade, em meio a todas as nossas diferenças das nossas experiências de fé, em Jesus, numa unidade perfeita, como meio de fazer com que o Inferno não prevaleça sobre a Igreja do Senhor... Sempre vocês vão me ouvir falando isso, da minha alegria em podermos estar unidos... se 20, se 50, se 10, se dois”, disse na abertura do ato o presidente do Conselho de Pastores Evangélicos de Tupã, Bruno Marquezi, defensor intransigente do diálogo entre as igrejas cristãs.
 
Também na abertura do ato, o represente da Unigrejas, pastor Rafael, reforçou que entre os objetivos do projeto a Bíblia Manuscrita está o fortalecimento do respeito e do compromisso com a Lei de Deus.
 
“A gente está vivendo hoje, dias em que as leis são totalmente desrespeitadas. Parece que a palavra Lei não traz, aos novos ouvidos, o mesmo impacto que trazia alguns tempos atrás. E é um perigo grave que ronda as nossas igrejas, se nós não tomarmos cuidado, quando se trata da Lei do Senhor, da Palavra de Deus. Parece contradição, mas as vezes nós somos tentados a tomar outros caminhos e a gente se esquece que a Lei do Senhor é perfeita, é completa. Trazer a Bíblia Manuscrita é resgatar esse valor, primeiro para nós pastores... depois para que nossos membros e a sociedade também se voltem para ela”, disse.
 
Ainda de acordo com o representante da Unigrejas, antes de serem anexados ao projeto Bíblia Manuscrita, os textos escritos em Tupã, como todos os demais, serão submetidos previamente a auditora da Sociedade Bíblica do Brasil.

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