05/04/2021 às 23h46min - Atualizada em 05/04/2021 às 23h46min

Demanda sobre prédio do ‘Reciclar é legal’ segue no Tribunal de Justiça

Donos reclamam reforma que, segundo eles era prevista no contrato de locação, que a Prefeitura não realizou na devolução do imóvel

Redação Cidade Real
Foto: Divulgação
 
Segue no Tribunal de Justiça do Estado, aguardando revisão da sentença de primeira instância, a demanda da Prefeitura da Estância Turística de Tupã e os donos do barracão, localizado no Distrito Industrial 1, onde por anos funcionou o projeto ‘Reciclar é Legal’ de reciclagem do lixo da cidade.

O local deixou de ser usado para esse fim quando o município construiu a nova sede do projeto no Bairro São Gonçalo ao lado do Centro de Controle de Zoonoses. Desde então o antigo barracão passou a abrigar materiais provenientes de mutirões de limpeza, de galhos e materiais inservíveis.

Sob o pretexto de não ter recursos para a reforma do prédio (segundo os donos prevista no contrato de locação), em 2018 estimada em R$ 200 mil, a administração municipal deixou de pagar o aluguel gerando o litígio, e tendo o Município ganho a demanda na Justiça local.

Segundo o secretário de Obras, Valentim Cesar Bigeschi, na oportunidade os proprietários propuseram praticamente dobrar o valor do aluguel o que não foi aceito pela gestão anterior. "Isso mesmo, a prefeitura ganhou em 1ª instância e o proprietário recorreu ao tribunal”, resumiu Valentim em mensagem de WhatsApp ao CR.

De acordo com ele, durante a crise da dengue, de 2019, o local foi alvo de ações de limpeza da Prefeitura. “Sem parecer ainda. Segue sem uma decisão o pedido de revisão da sentença feito pelos proprietários no Tribunal de Justiça. Na primeira instância a Prefeitura ganhou”, resumiu Valentim.

Atualmente uma placa de vende-se está colocada no alambrado do barracão e uma corrente com cadeado protege a entrada, além do matagal tomar conta da parte interna do terreno, conforme mostram fotos feitas na tarde de 05/04 e enviadas ao CR por um colaborador.

Em relação à reforma, o que se discute é falta de proporção entre as melhorias pedidas pelos donos e situação em que o prédio já foi recebido quando do início do projeto, ainda na gestão do ex-prefeito Valdemir Gonçalves Lopes.

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